Departamento de Estatística

Departamento de Estatística

CCT – Centro de Ciências e Tecnologia

Graduação

Iniciação Científica


A Iniciação Científica é um programa que visa atender alunos dos cursos de graduação, colocando-os em contato com grupos/linhas de pesquisa. Busca, também, proporcionar ao aluno, orientado por pesquisador experiente, a aprendizagem de técnicas e métodos científicos, bem como estimular o desenvolvimento do pensar cientificamente e da criatividade, decorrentes das condições criadas pelo confronto direto com os problemas de pesquisa; o estudante pode desenvolver pesquisa no âmbito da Iniciação Científica com bolsa oferecida pelas agências tradicionais de fomento à pesquisa. No entanto, pode também fazer sua pesquisa sem que lhe seja atribuída bolsa e/ou auxílio. Acesse o site da pró-reitoria de pós-graduação para maiores detalhes sobre editais. Confira abaixo a relação dos projetos de pesquisa em andamento.

PROJETOS PIBIC COTA 2014-2015

COMPARAÇÃO E VALIDAÇÃO NA ANÁLISE DE AGRUPAMENTO

Resumo: O presente trabalho tem como objetivo propor uma sistemática para o estudo e a interpretação da comparação e validação dos métodos em análise de agrupamento, através de vários algoritmos de agrupamento em dados de vegetação. A base de dados será proveniente de um levantamento na Mata da Silvicultura, da Universidade Federal de Viçosa-MG. Para análise de agrupamento serão estimadas as matrizes de distância de Mahalanobis com base nos dados originais e via reamostragem “bootstrap” e aplicados os métodos de ligação. Para a comparação entre os métodos será aplicado o teste qui-quadrado (X²) a 1 e 5% de probabilidade. Para os diversos métodos de agrupamento será obtida a correlação cofenética e o coeficiente de Rand. Espera-se que a comparação dos métodos sejam semelhantes, indicando em princípio que qualquer algoritmo de agrupamento estudado estará estabilizado. No entanto, observará-se que os métodos serão coincidentes, com base nas matrizes de Mahalanobis a partir dos dados originais e “bootstrap”. Além disso, seja possível traçar estratégias para o estudo e a interpretação da comparação dos métodos de análise de agrupamento em dados de vegetação.

Integrantes: Macio Augusto de Albuquerque – Coordenador / Carla Caroline Carvalho e Silva – Aluna Bolsista 

 

ANÁLISE DE SUPERFÍCIE DE TENDÊNCIA APLICADA A DADOS METEOROLÓGICOS DO ESTADO DA PARAÍBA

Resumo: A maior parte dos municípios do Estado da Paraíba estão distribuídos na região do semiárido, região esta, marcada pelas irregularidades do seu regime pluviométrico. Sendo assim, é de interesse, por parte dos pesquisadores, ajustar modelos que possam estimar valores de precipitação em locais não observados. É importante utilizar ferramentas que descrevam a variabilidade espacial desses fenômenos em uma região de estudos, uma metodologia capaz de obter essas informações é a Análise de Superfície de Tendência. Esta técnica é capaz de interpolar valores, extrapolar a sequência de dados, inferir sobre a presença de tendências e/ou estimar características de interesse a partir dos dados observados. Diante do exposto este trabalho tem por objetivos: ajustar as superfícies de tendência aos dados mensais de precipitação pluvial do Estado da Paraíba; verificar a qualidade desses ajustes por meio do coeficiente de determinação ajustado e o Critério de Informação de Akaike (AIC); descrever, de forma quantitativa, a variabilidade desses dados, de modo que se possa avaliar o quanto esses fenômenos climatológicos surtem impactos em nosso estado. Neste contexto, o adequado acompanhamento dos eventos climáticos sobre a Paraíba, torna-se de significativa importância como suporte técnico à estruturação de ações emergenciais, visto que amplas áreas do Estado ficam suscetíveis a fortes deficiências hídricas. Por fim, com este estudo espera-se fornecer ao segmento de finanças e seguro rural, informações para auxiliá-los em seus processos de tomada de decisão de manejo de riscos, em um cenário de aumento da frequência e intensidade de eventos climáticos, bem como de variação, ao longo prazo dos fenômenos meteorológicos.

Integrantes: Ricardo Alves de Olinda – Coordenador / Cleanderson Romualdo Fidelis – Aluno Bolsista 

 

MÉTODOS ESTATÍSTICOS NA ANÁLISE DE SISTEMAS BIOLÓGICOS

Resumo: O presente projeto visa avançar na interface entre pesquisas sobre a biologia do câncer e a estatística. Mais especificamente, visamos no desenvolvimento de ferramentas computacionais e modelos estatísticos voltados para a solução de problemas relacionados com a Biologia de Sistemas (Systems Biology), procurando aprimorar um modelo já proposto na tese de Gustavo H. Esteves em 2007, além da implementação de outros modelos disponíveis na literatura. Além disso, teremos uma colaboração direta com o Prof. Luiz Fernando Lima Reis, do Instituto de Pesquisas do Hospital Sírio Libanês, através do qual serão aplicados os modelos e métodos estudados em dados reais relacionados com o processo tumoral em tecidos gastro-esofágicos.

Integrantes:  Gustavo Henrique Esteves – Coordenador/ Filipe de Sousa Silva – Aluno Bolsista

 

SIAB-DATASUS: ESTUDO PILOTO SOBRE FIDEDIGNIDADE DOS DADOS DO SIAB, ANÁLISE DE CONFIANÇA E INTERIORIZAÇÃO DA DEFICIÊNCIA FÍSICA NO BRASIL

Deficiência física é um termo muito genérico e geralmente é definido como condição limitante ao indivíduo de realizar atividades cotidianas devido à perda da função causada por uma doença ou trauma, sendo necessários cuidados de saúde. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) contabilizam o número de indivíduos com essa condição e a disponibilizam por meio de bancos de dados disponíveis na internet. Devido a aparente não fidedignidade dos dados do SIAB para comparação entre estudos epidemiológicos e para desenvolvimento de políticas públicas adequadas às populações, faz-se necessário entender e diagnosticar os possíveis erros dos dados do sistema. Dessa forma, identificaremos os possíveis problemas em relação à obtenção ou consolidação dos dados. Uma das abordagens a ser utilizada nessa pesquisa baseia-se em testes de aleatoriedade, tais como os testes de sequências (runs test, em inglês), de Mann-Kendall ou de Bartels, que servem para verificar a fidedignidade dos dados. Caso haja dados fidedignos nesse sistema de informação, pretendemos utilizá-los para identificar algum possível padrão de distribuição da deficiência física nos estados brasileiros e se há, geograficamente, uma possível interiorização dessa condição.

Integrantes:   João Gil de Luna – Coordenador/ Kildery Truta Diniz – Aluno Bolsista

 

UMA APLICAÇÃO USANDO OS MODELOS GAMLSS

Resumo: Os modelos lineares generalizados (MLG) e os modelos aditivos generalizados (MAG) vem sendo largamento estudados nos últimos anos devido às suas aplicações nas mais diversas áreas do conhecimento. Embora sejam modelos bem mais flexíveis do que o modelo de regressão linear normal, em tais modelos não é possível o ajuste de variáveis respostas cuja distribuição não pertence a família exponencial. No âmbito de se fazer uma extensão dos modelos supracitados, foi proposta recentemente uma nova classe de modelos chamados modelos aditivos generalizados para posição, escala e forma (GAMLSS). Uma grande vantagem dos modelos GAMLSS deve-se ao fato de serem mais flexíveis para o ajuste de diferentes distribuições de probabilidade como por exemplo, a distribuição normal, poisson, Sichel, etc. Acrescentasse aos modelos GAMLSS a sua capacidade para ajustar modelos (semi) paramétricos, uma vez que existe um pacote no R denominado gamlss que ajusta tais modelos.

Integrantes:   Silvio Fernando Alves Xavier Júnior – Coordenador/ Aluna: Aline Xavier Porto Alves – Aluna Bolsista

 

DETERMINAÇÃO DE PONTO CRÍTICO EM CURVA DE CRESCIMENTO NA DINÂMICA DO POTÁSSIO EM SOLOS NÃO SATURADOS.

Resumo: Fenômenos biológicos podem ter um comportamento matematicamente caracterizado como uma função do tempo, cuja função apresenta um crescimento acentuado nas fases iniciais de desenvolvimento, seguido por um aumento menos pronunciado, por vezes, que mostra estabilidade. A separação entre essas fases é de grande importância uma vez que, em muitos processos, a manutenção de uma fase menos produtiva, resulta em uma atividade economicamente inviável. Por vezes, as fases de crescimento têm diferentes significados, e é importante para separá-los. Com o intuído de descrever o que ocorre nas distintas fases de desenvolvimento de determinados fenômenos, o uso da regressão segmentada tem se mostrado uma ferramenta estatística útil.

Integrantes: Ana Patricia Bastos Peixoto – Coordenadora/Aluna: Rayane Santos Leite – Aluna Bolsista

 

MODELOS PROBABILÍSTICOS CONTÍNUOS PARA DADOS POSITIVOS

Resumo: Frequentemente, pesquisadores desejam estudar um determinado aspecto de um conjunto de indivíduos que tem determinada característica em comum (população). Em geral, não é viável avaliar todo o grupo e então considera-se apenas uma parte do mesmo (amostra). Daí, observa-se o que ocorre nessa amostra e com base no resultado busca-se “inferir” sobre o que ocorre com a população inteira. A Inferência Estatística apresenta técnicas adequadas para se fazer tais generalizações e tem dois ramos principais: a estimação e os testes de hipóteses. Neste contexto, o problema da estimação envolve a questão de identificar a variável de interesse do estudo e mensurá-la adequadamente usando variáveis aleatórias. De acordo com a natureza de cada variável, deve-se escolher modelos probabilísticos adequados para cada caso. Assim, fica claro que a escolha de um modelo probabilístico adequado para modelar os dados de um estudo é uma etapa fundamental para a confiabilidade dos resultados obtidos. Quando a variável aleatória  é contínua, ou seja, assume valores em R ou em algum intervalo I ⊂ R, a escolha de tal modelo é, muitas vezes, subjetiva. No entanto, uma vez que tal modelo  é proposto,  é possível realizar testes de hipóteses para verificar a qualidade do ajuste do conjunto de dados que se quer estudar ao modelo probabilístico proposto. A intenção  deste projeto é estudar alguns modelos probabilísticos definidos em R+. Modelos assim podem ser usados para modelar variáveis contínuas que assumem valores positivos, como por exemplo, velocidade do vento, frequência de chuvas e tempo entre ocorrências de eventos, como na Teoria das Filas. O estudo teórico dos modelos exigirá do aluno aprofundamento dos conceitos matemáticos/probabilísticos. Além disso, no segundo momento do projeto, o aluno poderá aplicar a teoria vista em conjuntos de dados preferencialmente reais. Espera-se com isso, que além de fortalecer a formação teórica do aluno, este projeto possa mostrar-lhe como a Probabilidade pode ser aplicada em diferentes  áreas. Para completar, será considerado, além da análise gráfica, o teste qui-quadrado de aderência para detectar qual dentre vários modelos propostos melhor se adapta ao(s) conjunto(s) de dados.

Integrantes: Divanilda Maia Esteves – Orientadora /Nayara Fernanda da Silva Lima – Aluna Bolsista

 

PESQUISA SOCIAL QUANTITATIVA SOBRE DADOS E INDICADORES DA VIOLÊNCIA NO AGRESTE PARAIBANO: GÊNERO E VIOLÊNCIA EM FOCO

Resumo:   

Integrantes: Jose Luciano Albino Barbosa – Orientador (Ciências Humanas Sociologia Rural)/ Roseane de Alcantra Costa – Aluna Bolsista

 

MODELAGEM BAYESIANA HIERÁRQUICA APLICADA AO DIAGNÓSTICO DO CÂNCER DE MAMA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE – PB

Resumo:A Fundação Assistencial da Paraíba é uma entidade filantrópica na qual funciona um hospital escola que é referência em casos de alta e média complexidade para 180 municípios do estado da Paraíba. No entanto, atualmente, não há responsável técnico que possa analisar as estatísticas do hospital. Dentre os casos tratados na instituição, destaca-se o câncer de mama. Todo ano, cerca de 57000 mulheres são acometidas por esta doença no Brasil, cuja a taxa de mortalidade é muito superior ao restante do mundo, pois geralmente o diagnóstico é tardio. Dessa forma, ferramentas científicas que  descrevam a variabilidade espacial dos casos da doença e que possam apontar possíveis práticas preventivas são bem-vindas na comunidade médica. Os modelos Bayesianos hierárquicos formam uma classe de métodos estatísticos capazes de ajustar dados agrupados, permitindo inclusive a introdução de informações espaciais como variáveis. Estes modelos também podem incorporar informações de conhecimento médico em sua composição. O objetivo deste trabalho é estudar a distribuição dos casos de câncer de mama do município de Campina Grande – PB, através de um modelo Bayesiano hierárquico com cováveis e estrutura de erros espaciais. A escolha do melhor modelo é dada pelo fator Bayesiano e pelo DIC. Espera-se que este projeto  possa contribuir na melhora das práticas de saúde pública, na medida em que possa predizer regiões de concentração de prevalência de câncer e relacioná-las à possíveis  variáveis espaciais dos pacientes.

Integrantes: Kleber Napoleão Nunes de Oliveira Barros – Orientador/Yale de Brito Moreira Lima – Aluno Bolsista

 

MODELO DE MISTURA PARAMÉTRICO E SEMIPARAMÉTRICO APLICADOS A DADOS DE LEUCEMIA LINFOBLASTICA

Resumo:Modelos com fração de cura tem sido desenvolvidos para analisar o tempo de falha de indivíduos em ensaios clínicos. Para tais dados, os modelos padrões de sobrevivência usualmente aceitos não são apropriados, devido ao fato de não levar em conta a possibilidade de cura. Modelos de mistura assumem que a população estudada é oriunda uma parte de indivíduos suscetíveis a doença, que podem experimentar o evento de interesse, e outra parte de indivíduos não suscetíveis a doença que podem nunca experimentar o evento de interesse. O objetivo deste trabalho é propor a análise de dados de pacientes que realizaram Transplantes de Medula Óssea por meio de modelos de mistura padrão, paramétricos e modelos de mistura semiparamétricos conhecido na literatura como modelo de mistura de riscos proporcionais, pretende-se ainda identificar quais variáveis tem associação com o tempo de sobrevivência dos indivíduos curados e os dos que experimentaram a falha, além de comparar com os resultados obtidos no projeto 3485 cota PIBIC/UEPB/CNPq 2013/2014.

Integrantes: Tiago Almeida de Oliveira – Orientador/ Manoel Joaquim Isidro – Aluno Bolsista

 

ANÁLISE DISCRIMINANTE DA TEORIA À PRÁTICA: APLICAÇÃO EM DADOS DE TUBERCULOSE

Resumo: A Análise Discriminante (AD) relaciona uma variável dependente com um conjunto de variáveis independentes. AD visa estimar os pesos destas variáveis que permitirá atribuir os sujeitos aos seus respectivos grupos minimizando o erro de classificação, ou seja, determina as variáveis que melhor contribuem para descriminação entre os grupos, de tal forma que seja possível predizer em função de tais variáveis a adscrição de cada indivíduo (caso) a um grupo determinado com certo grau de risco. Neste trabalho com a participação e colaboração dos envolvidos propõe-se trabalhar com a AD e entender sua aplicabilidade em dados de tuberculose nas regiões brasileiras e seus respectivos estados, considerando suas premissas e limitações. E consequentemente desenvolver atividades científicas e publicá-las  em eventos científicos.

Integrantes: Edwirde Luiz Silva – Orientador/ Douglas Costa Franca – Aluno Bolsista

Jonatha Felipe Farias; Igor Natan Matias do Nascimento;  Felipe Matheus Gonçalves Costa – Alunos Voluntários (Não Bolsistas). 

Monitoria


Monitoria é uma atividade discente, que tem como objetivo auxiliar o professor, monitorando grupos de estudantes em projeto acadêmico, visando à melhoria da qualidade do ensino de graduação. Visa intensificar e assegurar a cooperação entre estudantes e professores nas atividades básicas da Universidade, relativas ao ensino, à pesquisa e à extensão, assim como subsidiar trabalhos acadêmicos, orientados por professores, através de ações multiplicadoras.

Existem duas modalidades: monitoria com bolsa e monitoria voluntária (sem bolsa). Em ambas as modalidades, o discente terá direito ao certificado de monitoria, expedido pela Pró-Reitoria de Graduação. O certificado é emitido mediante solicitação.
Acesse o site da pró-reitoria de graduação para maiores detalhes

Nucleo Docente Estruturante


Na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) os Núcleos Docentes Estruturantes (NDE’s) dos cursos de graduação foram criados e regulamentados pelo CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO — CONSEPE por meio da RESOLUÇÃO/UEPB/CONSEPE/027/2013, datada de 20/11/2013. O NDE de um curso de graduação é uma instância consultiva e propositiva em matéria acadêmica com fins de contribuir para a melhoria do ensino de graduação, integração entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão e maior articulação entre a graduação e a pós-graduação, tem suas atribuições definidas no Artigo 3º desta Resolução, as quais são:
a) Atuar no processo de concepção, implementação e desenvolvimento permanente dos Projetos Pedagógicos de Curso – PPC;
b) Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
c) Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso e demais marcos regulatórios;
d) Zelar pela integração interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes nos Componentes da Estrutura Curricular;
e) Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do campo profissional;
f) Coordenar o processo de autoavaliação do curso e apresentar ao Colegiado a proposta de Plano de Desenvolvimento de Curso – PDC;
g) Apresentação de relatos de atividades anuais ao Colegiado do Curso.

O NDE do curso de Bacharelado em Estatística da UEPB, com seus membros designados pela Portaria Nº 031/2013 do Centro de Ciências e Tecnologia, datada de 08/04/2014, é composto pelos seguintes professores:

 

Presidente: 

Prof. Dra. Divanilda Maia Esteves (mandato de 4 anos)

Membros:

Prof. Dr. Edwirde Luiz Silva (mandato de 2 anos)

Profa. MSc. Fernando Bezerra Cavalcanti (mandato de 2 anos)

Prof. Dr. João Gil de Luna (mandato de 4 anos)

Prof. Dr. Tiago Almeida de Oliveira (mandato de 4 anos)

 

CoRI


A coordenadoria de Relações Internacionais (CoRI) dentre outras ações promove a internacionalização dos estudantes da UEPB, tendo em um dos seus principais programas o Ciências Sem Fronteiras. Maiores Informações sobre os programas de intercâmbio na página da coordenadoria e/ou na página do facebook do CoRI: http://www.uepb.edu.br/coordenadoria-de-assuntos-institucionais-e-internacionais-caii/.

Coordenadoria de Relações Internacionais
Gabinete da Reitoria
Coordenador: Prof. Dr. Carlos Enrique Ruiz Ferreira
e-mail: caii@uepb.edu.br
Facebook: https://www.facebook.com/cori.uepb
Sede: R Baraúnas, n° 351 – UEPB – Prédio Adm. da Reitoria 2. Sala 219 CEP 58429-500. Campina Grande/PB
Telefone: +55 83 3315-3415
Sub-sede João Pessoa: Av. Coremas, 332, Centro. CEP 58013-430. João Pessoa/PB
Telefone: +55 83 3244 2358 / 3241 2041
Equipe da Coordenadoria
Prof. Dr. Julio César Cabrera Medina – Convênios Internacionais
Prof(a). Dr(a). Joseilda de Sousa Diniz – Relações Francofônicas
Christiano Cordeiro Soares
Márcia Leite de Brito Demétrio
Síria Bandeira Bulcão